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Setembro foi o mês mais quente da história, diz Nasa

14 OUT 2014
14 de Outubro de 2014

A Terra registrou um novo recorde de temperatura alta, o mês de setembro de 2014 foi o mais quente desde 1880, revelou a Nasa (Agência Aeroespacial dos Estados Unidos).

Esta é a terceira vez no ano que são registrados recordes de altas de temperaturas, dado que leva os cientistas a acreditarem que 2014 pode se tornar o ano mais quente já registrado. Segundo os novos dados difundidos pelo GISS (Goddard Institute for Space Studies) da Nasa, o mês de setembro deste ano foi o mais quente já registrado a nível mundial.

A temperatura chegou a registrar um aumento de 0,77 graus Celsius acima da média global do período entre 1951 e 1980.

O novo dado mostra que a tendência do aumento das temperaturas neste ano deve continuar. Em maio e agosto também foram registrados recordes de calor em comparação com os mesmos meses de anos anteriores.

Para a Nasa a temperatura de setembro indica que 2014 poderá ser o ano mais quente da história.

Estudo revela que parte de água do sistema solar é mais antiga que o Sol

Parte da água existente no sistema solar é anterior à formação do Sol, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira (25) pela revista Science e que abre a possibilidade de que haja também vida nos exoplanetas que orbitam outras estrelas em nossa galáxia.

Durante anos, os pesquisadores tentaram determinar se a água que se encontra no sistema solar procede da nebulosa molecular que rodeava o Sol, da qual nasceram os planetas, ou se foi criada antes que uma nuvem fria de gás formasse o "astro rei".

A pesquisa, liderada por Lauren Cleeves, da Universidade de Michigan, recriou um modelo informático que analisa as condições químicas entre as moléculas de água formadas no sistema solar há 4,6 bilhões de anos. Em particular, os especialistas se centraram no estudo do deutério, um isótopo estável do hidrogênio, presente na água, em meteoritos e cometas.

A equipe determinou que os processos químicos dentro dos discos protoplanetários do sistema solar primitivo não podem ser responsáveis pelos índices de deutério encontrados atualmente na água achada em cometas, luas e oceanos desse sistema. Assim, uma parte notável de água do sistema solar não pôde ser formada depois que o Sol e, portanto, uma quantidade de gelo interestelar sobreviveu à criação desse sistema.

Isso significa que, se outros sistemas planetários na galáxia se formaram da mesma maneira que a nossa, esses sistemas teriam tido acesso à mesma água que o sistema solar, sustentam os pesquisadores. Os pesquisadores apontam que a ampla disponibilidade de água durante o processo de formação dos planetas abre uma perspectiva promissora sobre a existência de vida em toda a galáxia. Eles lembram que, até agora, o satélite Kepler da Nasa detectou mil planetas extra-solares confirmados.

Tim Harries, do Departamento de Física e Astronomia da universidade britânica do Exeter e membro da equipe de pesquisa, indica que este é um passo importante na busca para saber se existe vida em outros planetas. Com a identificação da herança de água na Terra "podemos ver que a maneira como se formou nosso sistema solar não foi única, e que os exoplanetas surgem em ambientes com água abundante", destacou Harries.

Neste cenário, acrescentou o especialista da Exeter, "se abre a possibilidade que alguns exoplanetas poderiam abrigar as condições adequadas e os recursos hídricos, para que a vida evolua".

Fontes: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/setembro-foi-o-mes-mais-quente-da-historia-diz-nasa-14102014

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/estudo-revela-que-parte-de-agua-do-sistema-solar-e-mais-antiga-que-o-sol-26092014

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